Nome de fantasia da Domingueira Moto Rock, uma associação privada registrada em Brasília cuja atividade principal, segundo o cadastro da Receita Federal, é a defesa de direitos sociais.
Esta página é o cartaz da associação: diz para que ela foi registrada, onde fica e por quais canais alguém pode procurá-la. Nada aqui é campanha, rifa ou pedido de contribuição.
Para que existe uma associação como esta
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Escutar primeiro
Uma associação de defesa de direitos sociais começa pela conversa. Quem não sabe por onde começar um pedido, um cadastro ou uma reclamação encontra aqui alguém disposto a ouvir a situação inteira antes de apontar qualquer caminho.
A escuta não custa nada e não exige ficha de associado.
2
Explicar o que é seu
Boa parte dos direitos sociais (moradia, saúde, assistência, trabalho, transporte) depende de saber qual órgão atende, que papel levar e em que ordem pedir.
A finalidade da associação é traduzir esse caminho em linguagem de calçada, sem juridiquês e sem prometer resultado.
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Apontar a porta certa
Quando o assunto pede um serviço público, uma defensoria ou um conselho de direitos, a associação indica onde bater e o que dizer lá dentro.
O atendimento final é sempre do órgão competente; o papel daqui é encurtar a distância até ele e reunir a vizinhança em torno do que é comum a todos.
As palavras que a Constituição colou na parede
O artigo 6º da Constituição Federal lista os direitos sociais. São eles que dão nome à atividade registrada desta associação:
educação
saúde
alimentação
trabalho
moradia
transporte
lazer
segurança
previdência social
proteção à maternidade e à infância
assistência aos desamparados
Qualquer conversa que comece por uma dessas palavras cabe no e-mail da associação.
O que este cartaz não é
Não é escritório de advocacia nem substitui a Defensoria Pública.
Não pede dinheiro, doação ou cadastro para responder uma mensagem.
Não garante que um pedido feito a um órgão público será aceito.
Não recolhe documento algum: nada aqui pede para você preencher coisa nenhuma.
Se a sua situação for urgente, procure diretamente o serviço público responsável ou ligue para o número de emergência adequado.
Antes de escrever, separe quatro coisas
Como prefere ser chamado. Só o nome, sem documento.
Bairro ou região administrativa. Ajuda a saber qual unidade pública fica mais perto.
Onde já bateu. Posto, CRAS, defensoria, escola, empresa: o que for.
A resposta que recebeu. Mesmo que tenha sido um "volte outro dia".
Com isso, a primeira resposta chega mais certeira e ninguém precisa repetir a história três vezes.
Como chegar até nós
O jeito mais simples é escrever. Conte em poucas linhas o que está acontecendo e de que tipo de orientação você precisa: